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Precisamos de soluções,não de silêncio

  • geral6756
  • Nov 5, 2025
  • 3 min read

Updated: 4 days ago

Apresentamos propostas sérias, inovadoras e de compromisso para com LIsboa. Venceu metade das freguesias, renovou lideranças em sete (Alcântara, Misericórdia, Olivais, Penha de França, Santa Maria Maior, Santa Engrácia e Santa Clara) e conquistou três maiorias absolutas. Continuamos a ser um pilar de estabilidade, inclusão e compromisso com quem mais precisa. Precisamos de soluções, não de silêncio Lutei pela dignificação da actividade política e é com satisfação que verifico que, depois de tantos anos e tanto combate, alguns dos acusados do processo tutti frutti foram afastados da política activa o que revela que há esperança na democracia portuguesa. Que a justiça funcione e que os actores políticos alvo de acusação por parte do Ministério Público de corrupção passiva agravada e tráfico de influências tenham o destino merecido. Por outro lado, o despesismo orçamental não pode continuar. Daí o nosso chumbo sucessivo na aprovação dos últimos quatro Orçamentos. Lisboa precisa de um novo paradigma de gestão em que o compadrio e a corrupção sejam erradicados dando lugar à transparência e a processos expeditos. Ao longo deste período fomos leais politicamente. Tudo o que entendemos que era positivo para a cidade, viesse de que grupo viesse, teve o nosso voto favorável, fossem propostas, moções ou recomendações. O que nos move é o interesse dos lisboetas independentemente das divergências ideológicas. A política é isto. Lutamos pelas nossas ideias, fazemos tudo por aquilo que acreditamos, desejando que a composição das assembleias em Portugal continue a ser composta por eleitos nacionais que querem bem aos seus. Na segunda-feira foi publicado o relatório do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários relativamente ao elevador da Glória. Confirmam-se os erros de gestão enunciados e algumas das patologias por nós apontadas aquando do debate da moção de censura ao executivo Moedas. Fica clara a nossa posição de que não só não houve qualquer aproveitamento político como fomos os únicos que soubemos avaliar o que se passou e as soluções que apresentámos para suprir os erros clamorosos que hoje estão à vista de todos. Na última sessão antes das eleições informei os grupos municipais da necessidade de obras de fundo na ponte 25 de Abril. Dei conhecimento à Mesa da Assembleia de uma apresentação feita pelas infraestruturas de Portugal que aponta obras de manutenção no montante de 100 milhões de euros até 2030. É urgente que se lancem os concursos e que o Governo cabimente as verbas para as obras. Também anunciei a necessidade imperiosa de uma nova travessia por túnel, Algés – Trafaria e o ligação total da CRIL, essencial para a fluidez do tráfego na Área Metropolitana de Lisboa que o Governo recentemente reconheceu a necessidade e vai avançar com os estudos para esse projecto. Que a justiça funcione e que os actores políticos alvo de acusação por parte do Ministério Público de corrupção passiva agravada e tráfico de influências tenham o destino merecido. TUDO TEM UM PREÇO. Por outro lado, o despesismo orçamental não pode continuar. Daí o nosso chumbo sucessivo na aprovação dos últimos quatro Orçamentos. Lisboa precisa de um novo paradigma de gestão em que o compadrio e a corrupção sejam erradicados dando lugar à transparência e a processos expeditos. Ao longo deste período fomos leais politicamente. Tudo o que entendemos que era positivo para a cidade, viesse de que grupo viesse, teve o nosso voto favorável, fossem propostas, moções ou recomendações. O que nos move é o interesse dos lisboetas independentemente das divergências ideológicas.O que nos move é o interesse dos lisboetas independentemente das divergências ideológicas. A política é isto. Lutamos pelas nossas ideias, fazemos tudo por aquilo que acreditamos, desejando que a composição das assembleias em Portugal continue a ser composta por eleitos nacionais que querem bem aos seus.

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